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quarta-feira, 4 de maio de 2011

Passei no concurso do Banco do Brasil


E mais um entra para o hall de aprovados para se juntar com o concurso da Caixa! Agora está virando minha especialidade passar em concursos para banco, primeiro Caixa agora Banco do Brasil (BB). Espero não estar sendo minha especialidade também passar e não ser chamada. Mas vou manter o pensamento positivo já que o BB tem mostrado serviço e nos últimos concursos tem convocado todo o seu quadro de reserva. É só ter paciência e esperar!
Enquanto isso, como boa profissional no ramo dos concursos, concurseira não pode parar de estudar, segunda-feira começo meu grupo de estudos de matemática (eu e Bebel) para o concurso do INSS. E espero criar coragem para estudar Direito Previdenciário.

Enquanto isso, dediquei meu tempo às artes dos livros e cinema e fica a dica para vocês!

Livros:
- A sombra do Vento (recomendo)
- O milagre (romance de Nicholas Sparks menos meloso que Diário de uma paixão e Um amor para recordar - recomendo mais ou menos)
- O testamento (para quem gostou de O código da Vinci, esse tem um enredo mais fraquinho, mas tem mais ação e personagens que O Código - recomendo)

Filmes:
- Rio (recomendo muito, inclusive a trilha sonora)
- A garota da capa vermelha (não recomendo muito não, mas é bonzinho pra entreter. Fica melhor se você não gastar para assistir no cinema)
- Como você sabe (do mesmo autor de Melhor Impossível - recomendo)

segunda-feira, 11 de abril de 2011

A sociedade dos livros mortos



Não é irônico como somos tão dependentes das tecnologias atuais e deixamos nossas vidas girarem em torno delas, mas ao mesmo tempo elas se mostram tão frágeis e suscetíveis a falhas, diante de fenômenos tão costumeiros como a chuva?!
Me intriga o fato de dedicarmos tanto tempo a elas e não termos o mesmo retorno. Mesmo com os avanços diários, elas ainda não conseguem estar 100% presentes. Então, por que ser tão dependente disso? Querendo me desvencilhar dessa prisão tecnológica, dediquei meu tempo vago a ler livros. ÓÓÓÓÓÓ...livros? Isso ainda existe? Sim, caros leitores, ao que tudo indica, alguém tenta se comunicar com os outros e entreter o mundo por meio de páginas contendo letrinhas cuja junção formam frases e ideias. Não é brilhante? E não me refiro a livros de estudos para concurso ou de algum autor de administração, muito menos aqueles de auto-ajuda ou "como ganhar seu primeiro milhão". Me refiro a livros que têm o intuito somente de entreter, de proporcionar o conhecimento de diferentes culturas, daqueles que não impõem o pensamento do autor e sim nos leva a pensar, a refletir e tirar nossas próprias conclusões. Por mais que eu goste do cinema e televisão, não há nada como os livros. Acho incrível como por meio de palavras, conseguimos visualizar um contexto, um lugar, os personagens e até nos identificarmos com tudo isso como se estivéssemos vendo de perto. Eu acho que posso me comparar a um deficiente visual, que apesar de não enxergar consegue entender uma realidade, mesmo sem nunca ter visto, só com os outros sentidos. Assim como nos livros, eu vejo sem nunca ter visto e acabo achando que conheço o que desconheço.
Só fico me perguntando o motivo pelo qual não me interessava por livros antes. Acho que porque livro era ligado ao colégio e prova e vestibular e literatura e eu sempre odiei literatura. Porque a literatura que a gente estuda, são dos" tempos de outrora" e minha professora se esforçava para explicar aqueles poemas desconexos que só faziam sentido para quem os tinha feito. Tédio! Me desculpem os poetas, respeito todo tipo de expressão artística, mas de fato, não me identifico com poemas. Prefiro algo mais direto, que explique os sentimentos sem prolixidade e palavras em desuso. Também não compreendo como em plena juventude nos empurram uma literatura tão antiga e distante da nossa realidade atual. Para uma criança/adolescente como eu, era como tentar decifrar as parábolas de Jesus. Acredito que na época em que foram escritas, as pessoas entendiam com mais facilidade, porque estavam inseridas naquele contexto, mas hoje estamos em outra época, outra linguagem, outras formas de se expressar. Que fique bem claro que não me oponho aos autores ou aos "tempos de outrora", pelo contrário, adoro histórias do passado, me oponho aos responsáveis por eu ter me afastado da literatura por tanto tempo, pelo simples fato de não terem me mostrado que ela ia além daquilo ali. Pelo menos algo se salva dessa época, meu gosto pelas histórias em quadrinhos. Acho que por ser a única a falar a minha linguagem.
Hoje, não tão velha, mas com idade suficiente para entender os livros, aprendi a respeitá-los e valorizá-los, principalmente os autores pela criatividade e por me carregar a este mundo imaginário.

Boa leitura!

segunda-feira, 21 de março de 2011

Cessa mais um ciclo. Pronta para o próximo!

De volta, depois de um tempo reclusa e dedicada a outras atividades menos frívolas. Além do mais, com vocabulário mais rebuscado em virtude do longo período imersa em estudos e leituras, embora com a mesma ausência de fatos marcantes na minha vida rotineira.
Como já sabem, ou ao menos eu espero que os meus (poucos) leitores saibam, desde o começo do ano estava me dedicando ao concurso do Banco do Brasil. Fiz duas provas: uma para região da Paraíba, outra para a do Rio Grande do Norte. A primeira, quase passei (literalmente) para meu desgosto e decepção. E esta foi tão grande que nem ânimo tive para tentar escrever algo aqui, porque, apesar de ter nas últimas publicações uma enxurrada de lamentações e histórias de concursos, não quis escrever mais uma vez sobre a decepção de ter chegado tão perto e não ter conseguido. De certo modo, acho que isso me cansa e cansa quem ainda se dedica a perder tempo lendo o meu blog. A segunda prova, prestei ontem em Natal e gostei, mas como nada que acontece na minha vida é tranquilo, já sei que todos que prestaram a prova gostaram também e isso significa que devo acertar mais questões e errar o mínimo possível.
No entanto, não quero ficar me lamentando aqui. Estou tentando recuperar a minha confiança, abalada pelas últimas derrotas sofridas. Tento me conter e não me revoltar com os aprovados do concurso que nem sabem escrever, embora não consiga evitar meus olhos ardendo ao olhar recados com erros de português que parecem atentar contra a minha inteligência. Me seguro para não me rebelar ao pensar que estes seres ignorantes estão numa posição melhor que a minha e sequer entendem da própria língua. Eu sei que o fato de você cometer erros em português não significa que você não seja inteligente, mas ao menos se esforce para olhar no dicionário como se escreve antes de sair publicando coisas para todos verem e não me fazerem sentir vergonha alheia. "Você", no caso, não é você, meu leitor! "Você" seria alguém que passou no concurso e não sabe português, com quem eu supostamente estaria falando.
Mas enfim, eu disse que não queria me rebelar mas fica evidente que certos acontecimentos não "descem redondo" como cerveja desce para alguns.
O importante é que não há nada como um dia atrás do outro. Quando você acha que daqui para frente as coisas serão insuportáveis e muito mais difíceis, você encontra forças no apoio de outras pessoas que acreditam em você quando nem você acredita mais. Quero agradecer àqueles que estiveram comigo desde o resultado do último concurso até o dia da última prova (ontem), porque foram responsáveis por melhorarem o meu humor e minha auto-estima. Mesmo que nenhum deles tenha feito terapia comigo, sequer falaram sobre a minha derrota, mas me fizeram sentir bem com suas energias positivas e seu bom humor e, me fizeram esquecer dos meus medos e preocupações de não conseguir superar minhas próprias expectativas.
Se isso irá surtir efeito numa possível aprovação do concurso, eu não sei, mas já surtiu efeito em me reerguer e querer novamente fazer novos planos para o futuro.

Uma boa semana de folga para mim e uma boa semana de atividades para vocês!

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Reflexões de um péssimo dia

Como se manter concentrado e focado quando a sorte decide não sorrir pra você?
Como conseguir provas de sua capacidade se ela até agora não te levou a lugar nenhum? Se tudo conspira pra mostrar que você não consegue, como arranjar forças pra se manter confiante, se a correnteza só te arrasta pro sentido contrário?

Não sei responder essas perguntas! Não sei mais o que esperar de mim e do mundo. Parece que todos têm oportunidades e elas nunca sobram pra mim. Por mais que me esforce pra conseguir alguma, as portas sempre se fecham pro meu lado. Já estou descrente de tudo! Pra ser sincera não sei nem se tenho capacidade pra alguma coisa.

Estou sentindo o peso dos 2 anos de desemprego e dos 24 anos sem ter conseguido destaque em nada! O que esperar do futuro?

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Vem aí mais um

Sem tempo pra postar aqui! Estou estudando pra mais um concurso e vamos esperar passar a prova pra ver no que dá!

Feliz 2011!

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Quem sou eu para falar em administração, mas...



Acho interessante como se tem escutado que o ouro do século é o conhecimento. Tenho visto em vários lugares, escrito por diversos autores, que a informação detém papel importantíssimo dentro de uma organização, chegando a assumir o topo das prioridades, num tempo em que os valores intangíveis superam em muito os valores dos ativos financeiros.
Mas quando se fala em conhecimento não se trata apenas da tecnologia da informação utilizada ou das proporções que essas assumem nos dias de hoje, trata-se, principalmente, da valorização dos que a detêm. Afinal, não se cria conhecimento sem a participação das pessoas, sem a busca da criatividade e do desenvolvimento das ideias, sendo essas capacidades exclusivas dos seres humanos.
No entanto, me pergunto: por que após mais de 200 anos da aparição dos primeiros modelos de produção e gestão, ainda predomina a adoção das mesmas práticas inspiradas em modelos americanos e japoneses de dois séculos atrás? Não teriam estes acompanhado a evolução do conhecimento e, principalmente, do capital intelectual?
Acho uma contradição gigantesca ainda encontrar grandes empresas detentoras de maior parcela do mercado que ainda utilizam práticas de cabresto e preocupação primordial com os recursos materiais, deixando em segundo plano seus colaboradores. Ora, estabilidade na economia nos dias de hoje, após tantas crises do nosso sistema econômico, é praticamente impossível. A única vantagem competitiva, de fato, que uma organização pode possuir de maneira duradoura é o conhecimento. E por que não se valoriza o nosso conhecimento? Por que ainda é tão difícil reconhecer as qualidades das pessoas e darem espaço para que elas opinem e se desenvolvam ainda mais dentro do seu próprio ambiente organizacional?
Dizer que há mais práticas participativas e adoção de educação corporativa dentro das organizações não exprime completamente o significado de uma valorização do indivíduo e de sua capacidade intelectual. Se assim o fosse, não teríamos esse atraso de 200 anos.
Pode ser que eu não entenda muito da realidade das organizações, afinal, estou desempregada. Não sei o quanto disso é revolta minha com o descaso que vejo com os indivíduos qualificados que não tem oportunidades no mercado, ou que quando têm, são tratados como meros executores de vontades. Mas acho que essas crises que vêm acontecendo tem dado um sinal importante para as economias mundiais e seus sistemas adotados. Enquanto deveríamos ver projeções do que virá a ser no futuro, ainda estamos presos no passado, sem aproveitar aquilo que a nossa própria realidade atual nos proporciona.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

"Orgulho de ser nordestino"

Antes de mais nada, a título de contextualização, vou relatar o fato polêmico que aconteceu após a confirmação da vitória da candidata Dilma Rousseff à Presidência da República. O twitter, como rede social livre, em que todos têm a liberdade de expressão, foi palco de uma disseminação do crime de racismo contra os nordestinos. Alguns paulistas e simpatizantes do candidato Serra atribuíram aos nordestinos a vitória de Dilma para o cargo de Presidente do país e, assim, indignados, iniciaram campanhas racistas em que diziam "matem um nordestino afogado" entre outras atrocidades. Ontem (03/11/2010), a OAB do estado de Pernambuco entrou com uma ação no Ministério Público contra a estudante de direito que deu início aos comentários ofensivos e ameaçadores, em mais uma tentativa de não deixar impunes aqueles que cometem crimes virtuais em redes livres.
Me sinto na obrigação de comentar o fato porque me provocou uma indignação gigantesca. Uma vergonha paira sobre mim por viver numa nação que, mesmo tendo sofrido séculos de exploração e desvalorização por parte de outras nações, se consagra como desunida, hipócrita e preconceituosa. Acima de tudo, hipócrita. Por anos o Brasil foi terreno de intolerância, de imposição de culturas e opiniões; por anos viveu à mercê de governantes paternalistas e ditadores, que sujeitaram a população às piores torturas e atitudes desumanas; perderam-se anos de prosperidade em que tudo que se pregou foi a desigualdade e privilégio nas mãos de poucos. A luta por parte dos que não se calam diante das injustiças tem sido constante para acabar com essa cultura herdada por estas nações e fortalecer a união de um povo cansado de sofrer. No entanto, no momento em que deveríamos dar-nos as mãos e brigar por aquilo que é melhor para todos, no momento em que deveríamos nos sentir vitoriosos por sermos responsáveis pelo futuro do país, a sociedade brasileira me envergonha com sua atitude irracional de disseminar o ódio entre os seus. O que se vê é uma herança imperialista por parte de uns. Não bastasse os mais de 500 anos de desigualdade social ainda temos parte da sociedade brasileira sofrendo com o atraso intelectual, cultural e moral da outra parte da sociedade. E pior, daquela que se julga superior, que se julga trabalhadora e mais inteligente. Que tipo de inteligência é essa? Aquela mesma que promovia a escravização, a imposição do medo e de suas vontades, a mesma que julgava ser melhor e mais poderosa que todas as outras. Temos a Constituição mais admirada pelas outras nações que em termos de construção ideológica, prega um ideal de sociedade justa e igualitária. Tivemos a inspiração divina de construir essas normas para regrar a nossa sociedade para o caminho da prosperidade e do desenvolvimento de todos, mas sequer sabemos valorizá-la.
Hoje vejo uma sociedade que se nega a ter discernimento. Que empobrece o país e tanto envergonha aqueles que lutaram para que ela se tornasse melhor. Por que eu tenho que me defender? Sair por aí dizendo o orgulho de ser nordestina? Não consigo nem sentir o orgulho de ser brasileira. Não posso sentir orgulho de mais uma vez ser discriminada e diminuída por aqueles que deveriam me valorizar e somar forças comigo. Me orgulho de ser consciente, de não me calar diante disto, de não me deixar abater por essas e outras injustiças que vejo! Me orgulho de mesmo tendo vivido o lado sempre oprimido, ter aprendido a dar valor à moral e à justiça. Me orgulho do conhecimento, da inteligência, do desenvolvimento intelectual, que queira Deus, um dia, consigam exterminar de uma vez por todas a burrice cega que movimenta a humanidade!

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Cansada do ócio...

Eu sei quantas pessoas gostariam de ter tempo livre para aproveitar o dia descansando em casa ou indo à praia. Eu não sou uma dessas pessoas, sou exatamente o oposto! Não aguento mais não ter ocupação. Hoje sinto o peso das aulas de sociologia quando diziam que "o trabalho dignifica o homem". É a mais pura verdade! Toda a ideia de valorização, crescimento individual e a sua importância para a comunidade em que vive está ligada ao trabalho. Por mais que eu tente me convencer que eu fiz uma opção de não ir atrás de um emprego porque tenho o objetivo de passar em concurso público, eu mesma e as pessoas que me cercam acabam cobrando uma ocupação. Não me sinto completa, tenho a sensação de estar sub valorizando minha capacidade intelectual e de que aos pouquinhos estou perdendo "meu espaço" no mercado. E essa sensação não parte só de mim, pois também percebo que os valores que acredito possuir não são sentidos pelo mundo afora. E cada nova frustração em alcançar um objetivo traçado fica mais difícil me convencer de que sou capaz e devo perseverar.
Eu sei que ainda sou nova! Vejo muitos que estão na mesma luta que eu e são mais velhos ou não tiveram a mesma formação que eu tive, mas por que a nossa cabeça sempre nos leva para os casos opostos, justamente aqueles de pessoas que não tiveram uma formação de qualidade como eu e estão se dando bem agora?! Fica difícil manter o pique!
O termo certo é cansaço, o cansaço de "não fazer nada".

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Só mais algumas palavras

Sinto falta dos meus amigos...

Daquela torcida para que tudo dê certo;
Daquele apoio às suas decisões;
Das opiniões sinceras que demonstram verdadeira preocupação;
Das palavras de ânimo;
Dos conselhos de quem preza pela sua felicidade;
Do sentimento puro sem inveja;
Da alegria compartilhada;
Até mesmo da tristeza também repartida.

Porque se são verdadeiros, não se comparam a você nem desejam ser melhores que você, se são verdadeiros querem que juntos sejamos melhores para si e para os outros.

Que falta me fazem os verdadeiros amigos!

sábado, 18 de setembro de 2010

Merecimento

Ainda não é o post que trará as notícias boas que espero. Pelo contrário, parece que quanto mais preciso dessa ferramenta é quando há algo para desabafar que esteja me incomodando.
Passada mais uma prova de concurso, a qual, vale salientar, foi a primeira que eu tenha feito consciente e com um conhecimento prévio de todo conteúdo abordado, a primeira em que me esforcei realmente - durante dias e horas de estudo -, a qual abdiquei minhas horas de lazer e de saídas com os amigos, que na maioria das vezes, nem entendia o esforço que eu estava fazendo. A prova que eu sabia que seria difícil e mesmo com a dificuldade que eu também sabia que teria, me permiti sonhar com a aprovação, mas, que ao sair o resultado me decepcionou.
Só que dessa vez foi uma decepção diferente. Foi como se quisessem, à força, provar que eu não tenho a capacidade suficiente para conseguir o emprego que tanto queria, ou não mereço.

Merecimento...

Quem sou eu para julgar os méritos das pessoas pelos seus esforços, mas, sinceramente, não me permito pensar em outra coisa desde que o resultado saiu. O que faz uma pessoa ser coroada por seus esforços e outra não?! Sempre achei que tudo vem com o esforço e o trabalho; que a sorte é uma palavra criada pelos leigos que não sabem das verdadeiras razões de alguém estar sendo agraciado; e que para se obter o que deseja, seus motivos precisam ser verdadeiros e inofensivos para as outras pessoas e não podem ser egoístas, nem se aproveitar da boa vontade de ninguém. No entanto, sabe quando alguém, que nunca quis nada com a vida, que de repente quer bancar uma imagem correta só para enganar as pessoas sobre suas verdadeiras intenções, consegue as coisas antes das outras que já vinham se esforçando há mais tempo?! Não sei se isso acontece com vocês, mas isso sempre acontece comigo. Uma prova da universidade que você estudou e o outro que filou de você acaba tirando nota maior, uma frase que você disse baixinho e alguém escutou e falou alto para ganhar os méritos por ela, uma ideia que você teve mas outro a tomou como sua, ou um trabalho feito por você, mas que outra pessoa levou todos os créditos. É assim que eu me sinto!
Sei que temos de aceitar que as coisas aparecem na devida hora e que nem sempre o que a gente quer é o melhor para a gente, mas quando paro para pensar e vejo para quem estou perdendo as oportunidades, sinto um desânimo. Não um desânimo que me faça querer parar de tentar, mas um desânimo com relação ao futuro. A sensação de que não poderei desfrutar das melhores oportunidades, ou que se um dia chegar a desfrutá-las, terei que me esforçar muito mais que outras que chegarão no mesmo lugar que eu sem fazer grandes esforços.

Enfim, precisava desabafar!