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sábado, 6 de setembro de 2008

Mais uma pros amigos

Eita...foram tantas emoções vividas ultimamente, vou procurar descrevê-las aqui.
Embora seja tão difícil descrever a amizade e sua forte influência em nossas vidas, vou tentar...
Talvez a expressão que melhor descreva, em minha opinião, seja a de "almas afins". Há tanta afinidade, identidade, igualdade, que muitos chegam a pensar que de tanto andar com um amigo você fica parecido com ele, o que na verdade, já era uma característica intrínseca nos dois, não foi algo adquirido pela convivência.
Eu não diria que amigos são a família que você pode escolher, porque não acredito que seja uma questão de escolha, mas sim de identificação imediata, de energias positivas cruzadas, ou porque não, de algo predestinado a acontecer. Por que eu digo isso? Se não o fosse, por que os amigos estariam presentes em todos os momentos? Nos tristes e nos alegres? E por que quando a gente está mais desacreditado, pensando nas piores besteiras, eis que surge um amigo no momento exato, com as palavras que você precisava ouvir naquele momento?
Às vezes a gente não se dá conta do quanto nossas ações refletem nas pessoas. Se pararmos pra pensar, por mais que não haja intenção predestinada, ou nada planejado, ou não haja palavras a serem ditas, ou não se encontre palavras adequadas para o momento, o simples fato de você saber que existe, que é alguém que te considera e que te tem carinho e amor, já te conforta tanto! Um olhar mais atento que perceba suas emoções, uma pergunta sobre como você está, uma demonstração de interesse em seus assuntos e uma preocupação com sua felicidade é tão importante e isto está presente no nosso dia-a-dia sem percebemos o quanto é valioso.
Sendo um pouco mais íntima no comentário...(eita que bateu uma emoção agora...kkkk...pausa pro choro e riso)
Enfrentei um dos piores anos de minha vida, pior eu digo por não saber realmente que significado ele teve, mas digo de sofrimento, de insegurança, de medo...medo de perder o que eu tinha, medo de nada ser mais o mesmo, medo de tanta coisa. Nesse momento senti tanto a necessidade de ter um amigo por perto, porque em casa eu tinha que ser forte, em casa não podia chorar pra não fraquejar quem precisava tanto de mim. Pra onde mais eu poderia recorrer se não aos amigos? Esperei tanto mensagens de conforto, perguntas sobre como eu estava, visitas reconfortantes, embora poucas tenham vindo até mim. No entanto, hoje, posso enxergar que, mesmo que não fosse da forma que eu esperava, eles estavam ali. Tentando me distrair, tentando me ver feliz, talvez não falando sobre o assunto pra que eu não ficasse triste. E hoje, mais do que nunca, sinto suas presenças reconfortantes. Sinto suas alegrias e tristezas compartilhadas. Hoje, me sinto útil em aconselhar, em ser solicitada quando preciso, nem que seja pra ouvir. Hoje mais próxima de uns menos de outros, mas ainda sim considerando os meus amigos pessoas importantíssimas no meu crescimento, no meu desenvolvimento. Há tanto o que ser vivido, há tanto a ser compartilhado. Um dia, amigos, sei que vou precisar de vocês de novo e sei que vocês vão precisar de mim, quero estar disposta a ajudar sempre, a ouvir sempre, a aconselhar sempre, não me deixem de lado que eu não pretendo deixar vocês nem tão cedo.
Para as amigas da época da lourdinas:
Que bom poder estar com vocês e compartilhar momentos únicos, que só a gente entende, que só a gente sabe o significado... a música "Amiga" de Xuxa, descreve os nossos melhores momentos. Obrigada pela presença constante de vocês, depois de tantos anos que nos conhecemos, quero que saibam que é muito importante tê-las presentes em minha vida, mais do que nunca. Amo todas!
Para os amigos da universidade:
Estamos partindo para uma etapa de definição: Quais caminhos vamos seguir daqui pra frente? Quem vai estar presente em nossas vidas futuras? Está por encerrar uma das etapas mais felizes da minha vida, talvez a que eu tenha mais crescido, em que a amizade se mostrou tão firme e forte que me manteve no curso, me guiou nos momentos mais indecisos e me acolheu todos os dias, com presenças incansáveis, durante 3 anos, quase 4. Foi tudo tão rápido e tão intenso. Só depende de nós mantermos isso pra sempre. Se há algo que aprendi com o tempo é que os caminhos que a gente toma, por serem díspares nos levam a lados diferentes e, a vida nos impõe um ritmo acelerado que naturalmente tenta nos afastar das coisas e das pessoas, mas não deixemos que isto nos afaste. Não nos esqueçamos do quanto é importante a presença de cada um.
Para os amigos que estão fora e os que vão:
A distância não é fator relevante numa amizade. Embora a presença não seja física, eu não deixo de sentir suas emoções, suas angústias, nem suas felicidades. Mesmo que por momentos, bata a vontade de voltar pra casa, pra família e pros amigos que aqui ficaram, sejam fortes. Nas nossas escolhas há sempre um peso ao qual precisamos arcar com nosso arbítrio, o que importa é tirarmos aprendizado em cada coisa e só crescer com o que está sendo ofertado. Toda experiência é uma oportunidade de crescimento, de melhorar aquilo que precisa ser melhorado, de retirar significado nas pequenas coisas. Nada é por acaso e as oportunidades e as pessoas não passam em nossas vidas sem terem sua importância.
Hoje mais do que nunca...agradeço a existência dos meus amigos e agradeço suas fiéis participações em minha vida e no meu crescimento como pessoa!!!
Videozinho especial:

sábado, 30 de agosto de 2008

Minha consciência complexa

Mais algumas reflexões sobre dois assuntos abordados ultimamente, que na verdade, remetem à uma única variável: a consciência.
Já mostrei em alguns posts anteriores a minha visão de mundo, mas quero promover uma reflexão, a quem quer que seja, ou a mim mesma que sou a visitante de maior freqüência daqui.
Há bilhões ou trilhões de anos, nem ao certo sei mensurar, a terra e o universo existem. Ele é tão imenso (o universo), que existem galáxias sequer conhecidas, com uma infinidade de planetas e, nós, meros mortais imperfeitos, habitamos uma molécula de átomo, que é a Terra. Temos uma vida, que dura em média 65 ou 70 anos e, ao que parece acreditar a maioria, uma única vida, equivalente a um nano segundo, ou qualquer que seja a menor escala referente ao tempo. Dentro dessa breve passagem, encontramos seres de diferentes espécies e diferentes formas de viver. Uns são perfeitos, uns andam, uns escutam, uns vêem, uns falam, enquanto outros não.
Guardemos essa discussão e levanto, portanto, outro ponto a ser discutido. Levando em consideração todos que acreditam na presença de um ser superior e uma força maior que move as nossas vidas, Deus.
Deus castiga? Deus o ser de infinita bondade, a quem recorremos na necessidade e, embora, não possamos vê-lo guardamos dentro de nós a certeza de sua existência, este mesmo Deus seria capaz de castigar alguém? De dar as costas? De se vingar? De ser amor pra um e rancor pra outro?
Por que então, na nossa brevíssima existência, deu a oportunidade de uns nascerem perfeitos e outros não? Que castigo aquele ser, deficiente, que não fala e não anda, merece por ter nascido? Por que alguém que fala e anda, de uma hora pra outra se vê em cima de uma cama, por um acidente, por exemplo? Que mal esta pessoa fez? Que merecimento é este? Por que uma mãe morre ao levar um tiro na cabeça ao sair da casa dos avós? Por que uma grávida morre ao ir numa lan house enviar e-mails convidando pro seu chá de bebê?
Será que ninguém pensa nessas coisas? Será que ninguém busca respostas pra isso? Simplesmente, limitam-se a um "porque Deus quis". Por que Deus quis isso? Por que ele quereria isso?
Será que nossas atitudes hoje, não refletirão em nenhum momento? O que eu faço de errado hoje que ninguém vê, passará por todos como se eu não tivesse feito? O inferno seria o meu destino a ser pago, pela eternidade e, se caso eu me arrependesse? Quem reconheceria isso em mim? O cão? Ele aceitaria que eu mudasse de endereço pro céu caso eu me mostrasse realmente arrependido?
Eu não entendo como certas coisas são limitadas na cabeça dos seres humanos. Porque é tão difícil crer que minha atitudes refletem em algo e, o que eu sou hoje, são reflexos do que eu fui um dia e aprendi a ser, com meus erros e acertos. Que direito eu tenho de negar a alguém que este possa aprender com seus erros também? Que direito eu tenho de impor limitações para que este livre-se dos seus encargos? Quem sou eu pra questionar os desígnios divinos se eu sequer entendo-os? Eu sequer tenho capacidade de compreensão para entender a magnitude das coisas e de sua significância?
Essa discussão reflete minha opinião sobre o aborto, eutanásia...e algumas outras reflexões sobre vícios e atitudes impensadas.
Não sejamos burros com cabrestos. Possamos enxergar as coisas que existem além da nossa capacidade intelectual, que mesmo não entendendo-as, possamos saber da sua existência.

sábado, 2 de agosto de 2008

Vídeo caseiro

Olá,
Vou voltar a interagir com alguns poucos leitores que ainda devem ler o meu blog.
Hoje tive um momento de reflexão que me fez enxergar o quanto sou agradecida pela minha família, pelo momento que estamos passando agora, em que a felicidade e a harmonia voltou a fazer parte da nossa casa. Decidi então, compartilhar com vocês, um vídeo que fiz pra minha avó, essa pessoa maravilhosa que vive conosco. Me sinto tão orgulhosa em tê-la tão perto de mim e, muitas vezes, me arrependo por não ter tanta paciência quanto deveria. Um exemplo de amor e dedicação à sua família:


Boa semana e boa sorte pra mim!

segunda-feira, 28 de julho de 2008

Mais reflexões

Pudera o homem, enquanto o ser livre que é, ter a habilidade de resolver seus problemas sozinhos, independente do que esperam que seja feito, independente de opiniões contrárias...simplesmente ter um problema e ter a liberdade de resolvê-lo imediatamente. Infelizmente, ou felizmente, vivemos em sociedade, em que nossas atitudes refletem nas outras pessoas, em que nossas ações provocam efeitos na vida do outro e, muitas vezes, o nosso desejo e vontade de solucionar o que nos incomoda só é concretizado com a participação direta de mais alguém envolvido.
Enquanto isso, há sempre um que tem certeza do que quer, embora dependa da resolução das dúvidas dos outros...
O tempo passa e acalma os corações e com ele traz a serenidade que nos ajuda a agir de forma racional, mas será que a razão nesse caso caberia? Talvez ela traga à tona uma realidade que ninguém sabia que existia e está tomando cada vez mais espaço. Eu nunca prefiro a razão porque ela age de forma fria, embora ela tome cada vez mais espaço dentro de mim!

domingo, 27 de julho de 2008

Sem título

"Sorte de hoje: Você tem um coração generoso e é bem-amado"
Pff...pura balela. Bonzinho só se lasca. É sempre o que sofre mais, porque é o mais sensível. É o lado que a corda pende, porque é o mais fraco. É o menos esperto, porque não consegue ser tão racional. É o besta da história!

Se eu recebesse uma proposta de emprego no Acre e tivesse que escolher entre ir ou ficar com quem amo...preferia abrir mão de uma vida confortável a perder a pessoa que amo. Se o amor valesse à pena!

sábado, 26 de julho de 2008

Porta 1.999

...e tudo não passa de um corredor enorme. Algumas áreas iluminadas, outras mais escuras. O corredor tem 22 portas, porém uma ainda trancada, ao que me parece, dentro dela algo ainda está sendo construído. Cada porta tem sua numeração, começando por 1.986. As do fim do corredor parecem as menos iluminadas, só um feixe de luz. Procuro, então, uma mais iluminada. Eis que vejo uma, que me atrai por sua luz e o cheiro que exala...um cheiro de praia, de verão. Ao me aproximar escuto vozes, risadas, sons emitidos por alegria. Não me contenho em curiosidade e abro a porta pra saber o que tem ali dentro.

Descrição do que encontrei ao abrir a porta:

Havia um apartamento, recém comprado. Ainda com as paredes limpas e o chão brilhando. Uma família habitava o lugar, mas ainda tentava dar a sua cara ao ambiente. Tudo era tão claro, não havia cortinas, apenas uma na sala para evitar olhares de vizinhos curiosos.
A casa era pouco mobiliada, com poucos móveis novos, ao que me parece, todas as economias tinham sido usadas na compra do apartamento. Notei que não havia tapetes, acho que pela existência de um cachorro na família, mais precisamente uma cadela.
Ah, é verdade, não havia descrito as pessoas que ali moravam. Havia um casal e duas filhas, ainda uma "filha" caçula, a cadelinha.
Todos acordavam cedo, 5h mais ou menos, e tomavam café reunidos na mesa. A cadela ficava nos pés. Típica cena de família reunida, conversando ou brigando por algum motivo besta. O pai e a mãe, deixavam as meninas na escola e seguiam pro trabalho.
Depois da escola e do trabalho, a família voltava a se reunir para o almoço. Ao chegar em casa se deparavam com a presença de uma moça que trabalhava pra família, e da vizinha intrusa que já estava jogando come-come no computador. Era a vizinha-amiga da filha mais nova.
Como toda criança pré-adolescente de 6ª série, as duas não tinham muitos afazeres, passavam a tarde, praticamente, atualizando seus diários, recortando figuras de revistas, frases pra serem coladas e segredos a serem revelados apenas para as páginas do diário. A tarde passava num piscar de olhos.
De repente são 4h da tarde, um carro buzina lá embaixo. O coração da pirralha mais nova acelera, chegava a sua carona pra levar as duas irmãs pra natação. Ocupando o banco passageiro, junto ao seu pai, estava ali o seu primeiro amor. Óbvio que ele não sabia da existência do amor platônico alimentado apenas por ela, mas de nada adiantava, bastava os poucos momentos ali tão próximo.
O treino começava às 6h e só acabava às 8h. A natação era o esporte das meninas, embora nenhuma carreira aspirante fizesse parte do futuro delas.
A rotina de um dia se completava. Nos finais de semana, a piscina do apartamento era a atração durante o dia. De tardezinha, a calçadinha do bairro servia como lazer...a brisa do mar, a tranqüilidade do bairro e da praia, eram alimento para disposição e paz de espírito da família.
Tudo parecia tão em paz, a família tão feliz.
Não me arrependi nenhum minuto de ter escolhido aquela porta, ela era o que eu precisava ver e sentir. No entanto, tive que me desvencilhar daquela realidade e fechar a porta. A porta 1.999.
Esperar uma nova oportunidade de estar nesse corredor e entrar numa nova porta como esta.

sexta-feira, 25 de julho de 2008

Vazio do âmago

Pensei: de que vale ter isso aqui se não há quem olhe e comente?
Cheguei à conclusão de que sinto falta daqui...de escrever pra mim, sem esperar olhares atentos ou demais avaliações. Nesse contexto, então, eis um novo post.
Estou vivendo um daqueles momentos de palavras soltas sem o menor contexto e sentido de continuidade, embora evidenciem sentimentos vivenciados ultimamente.
Está tudo tão preenchido e ao mesmo tempo vazio. As coisas se encaminham pra onde eu queria que fosse, mas não da maneira que eu gostaria.
Quando minha mente viaja e transcende os limites do físico até o meu mundo imaginário, tudo parece estar mais claro quanto à necessidade de algo que eu não consigo definir bem o que é. Sinto como se estivesse vendo um filme da minha vida e não participando dela. Não há vida naquilo que faço, cumpro apenas a minha agenda.
Antes fosse uma rotina movida à paixão, cumpriria minhas obrigações sem reclamar, mas falta tanta coisa...
Falta mais sentido pra vida...

domingo, 8 de junho de 2008

Reflexões de uma mente pouco perigosa

Agora o esquema vai ser esse, nem eu tenho tempo pra escrever freqüentemente aqui, nem vocês têm tempo para ficar comentando, resultado: poucos posts.
Desde o último post, vivi um mix de emoções. Quanto às questões e dúvidas especificadas no post anterior, algumas foram resolvidas, outras permanecem, no entanto, não vou me ater a nenhuma delas.
Tive momentos de reflexão profunda, principalmente, em decorrência de 3 assuntos importantes: amizade, morte e crença (no sentido amplo).
Tive uma pequena, quase inperceptível, decepção com a amizade, no entanto, são pequenas coisas que definem a consideração e importância que as pessoas têm em relação aos seus supostos amigos. Eu sou daquelas que não exigem presença física constante, nem horas de ligações por telefone, muito menos recadinhos de "txi dolu" no orkut ou qualquer outro lugar. Não exijo que me contem todos os segredos, que me chamem pra sair todos os finais de semana, nem que chore suas lamúrias no meu ombro. Sou uma daquelas pessoas, que exigem confiança e pequenas ações que signifiquem muito mais do que essas besteiras de "best". Como posso confiar em alguém que eu possa falar e somente ser escutada, mesmo que não queira ouvir nenhum conselho nem palavras de afago, se enquanto eu confio inteiramente só recebo meias verdades? É duro saber por outras pessoas histórias que seu amigo "esqueceu" de te contar.
Por conta disso, comecei a pensar incansavelmente em quantas pessoas tinham essas características que descrevi como essenciais, quantas sentiram minha falta quando não estive presente, quantas souberam de momentos difíceis, mesmo que não por minha boca e me deram palavras de conforto, quantas viram algo ou alguém que as fizeram lembrar de mim, quantas me disseram "você é importante pra mim". Não vou responder quantas conseguiram esses pré-requisitos, nem quantas eu descobri que não eram minhas amigas por não atingirem minhas exigências, na verdade, não quis nem concluir meu pensamento. Pra quê? Cada um age da sua maneira e de acordo com a sua consciência, meu sentimento não muda e, vai saber se eu preencho todos os pré-requisitos dos meus amigos.
Ainda no âmbito da consideração, lidei com a reação das pessoas pela ausência de um colega no plano terrestre. Como as pessoas lidam de forma diferente num assunto tão em comum a todos, como a morte. Quantos não se aproveitam desse momento pra dizer "eu conhecia". Conhecia nada, no máximo passou por ele e disse "com licença", ou "onde fica o banheiro?". Outros refletem sobre o que fizeram por ele enquanto este esteve no plano terrestre, digo logo, que ir ao velório não conta eim?! Dar abraço na mãe e na mulher, enquanto em convivío nada fez, não garante vaga no céu. Mostrar-se arrependido por não ter sido o que poderia ser enquanto pôde, já é um caminho e, quem disse que você ainda não pode fazer mais? Por essas e outras as pessoas julgam minha crença, mas o mundo fica tão mais injusto quando uma pessoa de 26 anos, casada, deixa duas filhas pra serem criadas apenas pela mãe. Por que tantas crianças no mundo tiveram direito a ter pai e mãe e essas duas só vão ter uma mãe? Por que Deus tão justo e bondoso deixa uma "injustiça" dessa ser cometida? Mais vale eu estar em instituições que preguem o cabresto e me impeçam de raciocinar o que me cerca, ou ser livre pra ter meu próprio discernimento das coisas da vida e, por que não, sobre o amor?
Todos sabem aquilo que os confortam e aquilo que os deixam mais felizes. Se há quem não saiba, caso solicite, talvez você possa aconselhá-lo, talvez você possa tentar orientá-lo, mas não impor. A sua verdade, não é a verdade absoluta, nem tampouco a minha verdade. Embora, nada me impede de tentar conhecê-la e, quem sabe, acrescentá-la à minha verdade.
Sem mais firulas, fica um post grande pra ser lido em pedaços, já que vou demorar a postar de novo.
Beijos

domingo, 18 de maio de 2008

Pane no meu sistema

Ocupações, dias atarefados, indisposição, cansaço... fatores desmotivadores que provocaram a ausência de posts mais freqüentes e mais criativos aqui. As atividades físicas, acabam por desgastar a mente também, o que resulta nessa falta de coisas interessantes e abandono desse meu espacinho desestressante.


Alguns pensamentos vagos, assuntos complexos e ao mesmo tempo sem nexo:

SENSAÇÕES: quantas novas sensações. Sentimentos de responsabilidade recuperados. Independência re-conquistada (em termos). Novos relacionamentos. Mais observações...e quantas observações...ouvidos atentos e olhos concentrados. Reconhecimento do ambiente.
Carinhos e abraços, choros e lamentos.
PREOCUPAÇÕES: a definição do meu futuro acadêmico. O que fazer? Como fazer? Quem deve me orientar? Dúvida se vou ou não comemorar o final do curso. O que irá me acontecer depois?
CONFUSÕES: basicamente mentais. Dúvidas...quantas dúvidas.
ESPERANÇAS: De me tornar vencedora. De realizar meus desejos. De ter maior credibilidade.

Sem mais delongas e devaneios.

Boa semana!!!

sábado, 10 de maio de 2008

Ainda tem gente que lê isso aqui?

Oláá!!!

Voltei pra tirar a poeira que tomou conta disto aqui. Só pra não descumprir o que havia prometido, faltou comentar sobre os dois últimos tópicos do texto. Mas antes de mais nada, gostaria de retificar um erro, não cometido por mim, mas indiretamente, acabei repassando. O texto não é de Arnaldo Jabor, é veiculado usando o nome dele, no entanto, não foi escrito por ele. Peço até desculpas por ter chamado ele de idiota por conta de um texto que não lhe pertence, no entanto, só modifico que ele é idiota quase sempre no que fala, independente do texto ser dele ou não.

Quanto aos tópicos do texto 4 e 5 do autor desconhecido, devo concordar em parte. A desonestidade existe sim, porém não é característica de todos os brasileiros, nem tampouco, apenas dos brasileiros. Vivemos numa sociedade em transição, em que se pesa mais a realidade imposta pelo padrão de vida de poucos, do que o caráter e a dignidade. Essas duas características não matam a fome de ninguém, nem paga as viagens de luxo nem as casas de praia. O fato de nos revoltarmos é que estão fazendo isso às nossas custas...aí não dá, né?
E 90% dos que vivem na favela serem honestos, também não acredito que seja verdade. Não vou negar que existam pessoas honestas, claro, não posso ser generalista, mas acredito que 90% seja um número muito alto de honestidade.
E Deus é brasileiro, africano, E.T....Mas se as pessoas querem acreditar que ele seja brasileiro, quem sou eu pra negar? Por mais que critiquem a situação do nosso país, não trocaria por Iraque, Mianmar, Índia, Rússia, por canto nenhum.


Feliz Dia das Mães!!!!

Hoje foi um dia de fotos antigas e recordações!!!
"Mããeee, é o amoooor mais puro e verdadeirooo...
Mãeee...não sei que lá...
Por isso nas minhas preces...não sei mais a letra"
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Quantas e quantas vezes não fazíamos danças ridículas no colégio e cantávamos músicas de Roberto Carlos "como é grande, o meu amor, por voooocêêêê". Me lembro da minha mãe se desmanchando em lágrimas na capela da Lourdinas. Dos presentes e cartões dados de presente.
Das apresentações com velas acesas e das meninas queimando os cabelos das outras. Dos gritos no meio da apresentação, pois os pingos das velas insistiam em nos queimar.
Bons tempos!

Aproveito, no dia mais comercial do que significativo, pra reconhecer o significado das mães em nossas vidas. Agradecer a oportunidade de convívio diário, repleta de ensinamentos e momentos de amor. Agradecer pela presença de minha mãe, por mais um ano em minha vida, depois das muitas dificuldades, depois do medo de não tê-la mais perto. Enfim, por tudo que a mãe representa.

Boa semana pra tds!!!