Páginas

Mostrando postagens com marcador informações (ir)relevantes. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador informações (ir)relevantes. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 23 de outubro de 2012

O bem está extinto?

Confesso que eu tenho um dedinho nervoso para olhar notícias ruins em sites de informações mas, aos poucos, venho tentando controlar a minha curiosidade e não tenho lido notícias muito pesadas. Pois imaginem vocês que tem surtido efeito?! Tenho ficado mais tranquila. Não alimento mais minha curiosidade com bobagens e procuro ler coisas positivas. Nós não nos damos conta de o quanto ficamos negativos e revoltados quando lemos notícias violentas mas o fato é que elas nos influenciam. Imaginem o efeito positivo que teria se mais notícias boas fossem compartilhadas do que notícias ruins? Quando acesso sites sobre as notícias da Paraíba, quase consigo ver o sangue derramado de tanta violência propagada e quase nenhuma informação positiva. Por que as pessoas se detêm a só repassar o lado mais obscuro do ser humano? Essa história de que notícia boa não dá ibope, que as pessoas gostam de ver a desgraça alheia, para mim, isso é furada. Quando estudei marketing na universidade pude constatar que muitas necessidades atuais da população foram e são criadas. Ninguém nasce com necessidade de ter um celular e, por que com o tempo, passamos a achar aquele item indispensável para nossas vidas? Porque alguém, em algum determinado momento, nos vendeu a ideia de que celular é algo indispensável e se você não tem, você não se sente parte da sociedade. Se isso pode ser feito com qualquer produto em qualquer mercado consumidor, acredito que "vender o bem" também traria os mesmos efeitos positivos. 
Se hoje alguém publicasse uma notícia boa, ali adiante alguém se interessaria e mais adiante repassaria para os amigos e os amigos, repassariam para seus amigos, mais ou menos como nos mostra o filme "A Corrente do Bem", e assim, estaríamos propagando o bem ao invés do mal. Só o que escutamos é no quanto o mundo está violento, em como as coisas hoje em dia são piores que antigamente, que não se tem mais sossego etc, quando na verdade, o mundo não está pior, ele não está mais violento, as pessoas não estão se tornando piores, nós é que estamos escolhendo dar "ibope" para esse tipo de informação. Quantas Marias e Joãos, no anonimato, têm se dedicado ao trabalho da caridade, têm estudado a cura de doenças incuráveis, têm dado conforto para aqueles desesperados, têm oferecido os ouvidos amigos para as lamentações do outro. O bem está aí fora. Basta que a gente procure saber onde ele está. Basta que nos interessemos por notícias construtivas. Basta que arregacemos as mangas e vamos ao trabalho do bem. Descobriremos que não somos os primeiros nem seremos os últimos. Se não fizermos isso, ao menos procuremos higienizar nossa mente, lendo coisas construtivas ao invés de destrutivas. Isso vale para o facebook também. Cancelar assinaturas de quem só publica a desgraça alheia não é falta de caridade, porque não há nada de caridoso em propagar fotos de menininhos doentes e cachorros maltratados. Escolher leituras positivas e difundir comportamentos solidários é mais do que uma opção de entretenimento, é trazer para sua vida hábitos mais saudáveis. 

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Convocação autorizada em 01.10.12

Hello, bom dia!
Só para atualizar os fatos: fui convocada! (AAALELUIA... AAALELUIA... ALELUIA, ALELUIA, ALELUIAAA)

Primeiro fui convocada para Guamaré/RN mas rejeitei a convocação na esperança de ser chamada para uma cidade mais perto, e assim se deu, já que fui chamada para Natal/RN. E podia recusar Guamaré/RN? Sim, podia recusar já que eu não tinha sido chamada para região que tinha escolhido. 
Muito bem! E agora? 

Como nada na minha vida acontece facilmente, não vou poder ser empossada esse ano. Pois é! O banquinho do Brasil adora surpresinhas desagradáveis e suspendeu todas as convocações, treinamentos e contratações. Masss, eu já fui convocada, né? Para quê ficar reclamando da vida? Seria muita ingratidão e eu já estou muito feliz com essa convocação. O medo era de não ser chamada, mas agora que já fui, dá pra esperar mais alguns meses para começar a contribuir para previdência. (Percebe-se que o problema não era nem muito começar a ganhar dinheiro e sim contribuir com a previdência. Lógico! Com quantos anos eu iria me aposentar? Tem que pensar nessas coisas.)
Agora é só ir atrás de documentações, fazer os exames necessários, ficar qualificada, declarar que é funcionária do Banco do Brasil, preparar o povo para viver com a minha ausência (sim, porque eu sou a alegria deste humilde lar) e...continuar a estudar!
Mas estudar por que se você já foi chamada?
Porque depois de esperar 1 ano e 5 meses para ser convocada, enquanto a incerteza pairava se eu seria chamada antes do fim do prazo do concurso ou não, eu tive que dar continuidade à vida e isso implicou em continuar a estudar para os outros concursos. Não passei em nenhum depois desse do Banco do Brasil, mas  adquiri o hábito de estudar e consegui aumentar minha "bagagem" de conhecimentos, que só vem crescendo com as minhas experiências em provas de concursos. E, também, porque eu não quero desperdiçar meses/anos de estudo diário, de esforço dispendido, de neurônios gastos, com uma acomodação com o salário de bancária. Profissão esta que sabe lá se fará a minha alegria profissional (talvez sim, já que nunca se sabe). Não significa que sou ingrata e que não estou satisfeita com o que tenho, mas quando a gente se esforça por tanto tempo, estuda tanto, passa a ter anseios de conseguir algo melhor, algo que compense todo o esforço. Quem me conhece sabe o quanto tenho estudado e me dedicado a esses concursos. Não parei depois de ter passado para o Banco do Brasil (e podia, se quisesse) e eu acho que isso significa algo, então, não acho justo comigo mesma, parar de estudar agora. Embora algumas pessoas queiram me colocar para baixo dizendo que não vou conseguir estudar e trabalhar, que eu vou me acomodar com a situação, prefiro encarar tudo com esperança, afinal, só ela tem sido minha fiel companheira e tem me levantado nos momentos de desânimo. 
Inúmeras vezes me senti derrotada, incapaz, "burra" e, só Deus sabe como foi difícil me recompor e ter ânimo para continuar. Encarar as caras de desprezo falando "mas você SÓ estuda?", ver os meus colegas de faculdade todos empregados e conseguindo já promoções, enquanto eu nem tinha tido o meu primeiro emprego, não é uma tarefa para qualquer um e, eu acho que devo me alegrar em ter conseguido passar pelas dificuldades sem ter desistido no meio do caminho ou ter me deixado abater tanto, a ponto de me entregar numa depressão.

Portanto, contentem-se em me ver relatando mais experiências agradáveis/desagradáveis de concursos públicos por aqui. Prometo, no entanto, ser menos melancólica e mais animada nas minhas colocações. O período de guerra fria com o ânimo acabou e agora desejo menos lamentações e mais peripécias.

Boa semana para vocês e bom início de vida profissional para mim!

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Administradora Concurseira


Passados 3 anos da minha formação em Administração é inevitável não cair no descontentamento de ainda não estar inserida no mercado de trabalho. Não posso atribuir a isso a falta de vagas e oportunidades no mercado, pois foi uma decisão minha não ir em busca de um emprego em empresas privadas. Muitas vezes alimento pensamentos de que os anos despendidos na faculdade estão se perdendo no tempo ou sendo desperdiçados pela minha escolha em seguir na carreira de serviço público.
Porém, ao analisar características e fundamentos da Administração, identifico os mesmos pontos de um profissional da área pública e um profissional da área privada e, concluo que minha formação profissional não será abandonada no decorrer da minha (futura) carreira pública, muito menos na minha busca por realizações profissionais e na maneira com que me posiciono e manipulo minhas habilidades em prol de resultados satisfatórios.

Dessa forma, apresento-lhes os 10 mandamentos de uma boa Administração (adaptado para um concurseiro)

1. CONHECIMENTO

Excelente ponto para se começar a discussão. Ninguém consegue um cargo público estável sem estudar para um concurso público. O conhecimento é essencial e diferencial na hora da seleção de bons profissionais. Mas, quando me refiro a esse ponto, falo sobre cargo público federal, em que as irregularidades e fraudes são bem menos prováveis de acontecer do que em processos estaduais e municipais, dos quais as representações políticas agem soberanamente em detrimento das verdadeiras qualificações profissionais e da isonomia que deveria existir nos processos de seleção. Ainda sim, o conhecimento é uma grande arma de defesa, caso aja qualquer irregularidade no processo. O candidato dificultaria (e muito) a vida daqueles apadrinhados caso oferecesse prova irrefutável de sua qualificação para o cargo, ao obter uma excelente pontuação nas provas. Ao menos geraria uma dor de cabeça daquele desqualificado que tenta burlar a isonomia da seleção.

2. EXPERIÊNCIA

Essa experiência a que me refiro não implica necessariamente naquela profissional, mas principalmente, na experiência em outras seleções de concursos. Hoje, para adentrar num órgão ou cargo público de qualidade, com excelentes remunerações, têm-se admitido uma preparação de mais de um ano de estudo e as vastas experiências em outros concursos de menor dificuldade e menor exigência intelectual. Engana-se aqueles que pensam que devem começar a estudar quando o edital é publicado. Além disso, o candidato deve estar preparado fisicamente, psicologicamente e intelectualmente no dia de uma prova, para que seja possível obter resultados satisfatórios que culminará na aprovação ao cargo almejado e, isto só é possível, através de várias experiências com outros concursos.

3. LIDERANÇA

O que é um líder?
1.Indivíduo que chefia, comanda e/ou orienta, em qualquer tipo de ação, empresa ou linha de idéias. Cada indivíduo escolhe que estratégia melhor funciona quando se pretende otimizar resultados. Uma forma que pode ser satisfatória, seria a formação de um grupo de estudos, principalmente, quando o candidato possui um nível mais avançado de conhecimento que pode ser compartilhado com os outros. Além de estar contribuindo com os seus colegas, os ganhos obtidos no compartilhamento de informações são inúmeros e, quando se possui o espírito de liderança em ensinar a alguém o assunto que domina, o conteúdo se firma e se solidifica.
 2.Indivíduo, grupo ou agremiação que ocupa a primeira posição em qualquer tipo de competição
Para passar e ser chamado para trabalhar no serviço público é inegável que o candidato não só se saia bem, como seja o melhor. Mais uma vez reforço: dar provas irrefutáveis de sua qualificação dificulta a vida de muitos candidatos desqualificados; afinal, quem poderá contestar sua vaga quando se é o primeiro colocado em uma prova de concurso público?

4. PLANEJAMENTO

Saber que cargo público quer ser obter e a partir daí traçar metas a serem alcançadas; que metodologias de estudo poderão ser utilizadas; quais os melhores ambientes para se estudar e para aprender; como organizar os horários de estudo; o que não serve e o que pode ser descartado; como otimizar o tempo; quais são as oportunidades oferecidas e as ameaças que serão enfrentadas; quais são os pontos fortes e fracos a serem analisados no perfil do candidato em virtude do cargo que se almeja; são pontos a serem levados em conta na hora que se escolhe seguir o caminho dos concursos públicos.

5. CONTAR COM PROFISSIONAIS COMPETENTES

A escolha de um bom cursinho de preparação é crucial no bom resultado de um concurso público, bem como de diferentes autores de livros dedicados ao esclarecimento das leis e decisões políticas. Existem excelentes profissionais no ramo de cursinhos dos quais poderá se exaurir o máximo de conhecimento que eles possuam em benefício do aprendizado do candidato. Fazendo uma alusão a uma equipe de trabalho, a escolha de colegas de estudo também deve ser tomada com muito cuidado. Afastar aqueles candidatos sugadores, competitivos, falsos amigos e com propósitos pouco amigáveis é de extrema importância. (Já perdi de ser aprovada em concursos que estava habilitada a passar por ter me deixado abater por falsos amigos e gente que quis sugar minhas fontes de sustentação)

6. DEDICAÇÃO

A aprovação não chega sem haver dedicação. O mercado está se estreitando e cada vez mais profissionais qualificados adentram na briga em busca do trabalho no serviço público. Somente aquele que se dedicar, estudar muito, abdicar muitas horas de lazer para o estudo, atrelar vários conhecimentos além dos que forem exigidos, se multidisciplinar e persistir, se destacarão.

7. MOTIVAÇÃO

Atrelado ao conhecimento e à dedicação, torna-se o que há de mais importante e essencial para a aprovação num concurso. Procure um cargo que ofereça as qualificações que almeja e o coloque como fonte de motivação. Saiba que o caminho vai ser longo, muitas derrotas virão, mas manter-se motivado é o que o faz continuar na luta e levantar-se após cada decepção. Aquele que não está motivado ou se deixa levar pelo espírito derrotista no primeiro obstáculo, não pode ser um verdadeiro concurseiro. Todos sabemos que a persistência se fez presente em todos aqueles que obtiveram êxito no serviço público. E como persistir desmotivado?

8. NETWORKING

Inegável que, não importa que caminhos profissionais se escolha, ter uma boa rede de relacionamentos em qualquer âmbito social que esteja inserido, auxiliará na obtenção de êxito. Seja no processo de estudo, seja após ser aprovado no concurso ou seja já no ambiente de trabalho. Relacionar-se bem, colaborar e obter colaboração de outros indivíduos traz melhores resultados do que ser individualista e não procurar se socializar ou obter ajuda de ninguém.

9. VISÃO HOLÍSTICA

Ter a certeza de que a visão tem que ser para o todo e não olhar apenas para um aspecto. Aí mora minha grande dificuldade, pois tenho fortes tendências derrotistas. Mas sei (e assim tenho tentado me sustentar) que analisar tudo como uma grande construção em que etapas precisam ser ultrapassadas e levadas em consideração para que se obtenha o resultado aspirado é o caminho certo a seguir. Cada concurso, cada assunto estudado, cada experiência vivida, tem sido um pedaço do somatório que culminará na aprovação que pretendo obter e que uma aprovação não pode, jamais, ser sintetizada a apenas um critério utilizado na luta.

10. OBJETIVO AMBICIOSO 

Sair da zona de conforto, se atrever e ousar nos objetivos não é característica de um administrador de empresas privadas. Se passar em concurso fosse fácil, acho que eu já estaria trabalhando. Se dedicar à carreira pública não é se estabelecer em uma zona de conforto somente por conta da estabilidade oferecida. Não há qualquer organização que não se sentiria obsoleta se não acompanhasse o ritmo de desenvolvimento da sociedade e das tecnologias. Ousar, se atualizar e se atrever nos objetivos têm sido importado para dentro dos objetivos tanto individuais quanto organizacionais. Acreditar que a máquina pública de hoje é a mesma dos "tempos de outrora" é inconcebível com os objetivos de desenvolvimento do país, com o acúmulo de profissionais extremamente qualificados no mercado público e com os avanços científicos e tecnológicos. Os concurseiros há tempos inovaram suas opiniões a respeito... quando a sociedade capitalista conservadora vai inovar a sua também?

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Intolerância gera intolerância


Não tenho o costume de ler as matérias da Época mas, por ventura, me deparei com duas de uma mesma jornalista e escritora que detém uma coluna fixa na revista. Uma até já comentei aqui, se tratava da visão de fracasso que os jovens atualmente têm quando não encontram a felicidade. Agora, a última que eu li, falava da relação entre os evangélicos e os ateus. A jornalista relata um episódio de um diálogo entre uma jornalista ateia e um taxista evangélico. No desprender da conversa, o taxista tentava convencê-la a ir à igreja.
Parte desse pressuposto a exposição da jornalista em mostrar um país cada vez mais evangélico, em que, segundo sua opinião, prega-se a intolerância aos que não acreditam em Deus ou numa religião. Diante de uma leitura extremamente opinativa e pouco embasada em fatos concretos, foram dispostas críticas ao pagamento do dízimo, à abertura de novas igrejas com os mais diversos nomes, às tentativas de converter novos praticantes, enfim, uma série de fatores que em nenhum aspecto mostra o lado positivo que poderia existir. Me pareceu ser uma leitura tão intolerante quanto a que ela pregou em relação aos ateus. Apesar de não concordar com certas atitudes, respeito a visão que cada um tem, desde que saibam pregá-las para o bem e não por conveniência ou por segundas intenções. As pessoas pecam em suas liberdades de escolha e opiniões, por quase sempre levar em consideração um lado apenas, aquele que lhe parece ser mais conveniente e terminam por obter uma leitura mesquinha ou incompleta dos fatos. Confesso ter proferido muitas críticas aos evangélicos e outros por até então desconhecer a esfera que eles viviam, mas ao visitá-los, em seu próprio ambiente, sem discursos tentando converter novos integrantes e demagogia, pude enxergar o que os prende de verdade à igreja: o amor. Quantas pessoas ali não estão apenas em busca de um conforto próprio ou vai apenas por conveniência, mas seria injusto resumir todos nesse contexto quando tive oportunidade de conhecer projetos de educação, ajuda aos necessitados, doentes, entre tantos outros projetos de verdadeira caridade. Além do trabalho de conscientizar as pessoas a terem atitudes mais saudáveis, coerentes com um estilo de vida agradável, voltadas para o bem e não para fazer o mal para si mesmo e para os outros. Como posso ignorar o fato de centenas, milhares de pessoas que são realmente ajudadas todos os dias e que diminuem o mal propagado nas ruas, ao qual todos estamos sujeitos? Certamente, quando uma jornalista critica uma atitude de um taxista tentando levar uma ateia para a igreja, não verificou que pode ser uma pessoa sem instrução que foi orientada para aquilo, ou que nas melhores das suas intenções estava tentando ajudá-la da forma que ele conhecia. Certamente, ela também não verificou que a presença de igrejas em cada esquina, podem ser responsáveis por diminuir a criminalidade, tirar jovens de ambientes insalubres para ambientes de paz e onde se prega o amor. Todos nós temos a liberdade de escolher em que acreditar, mas a intolerância não deve existir em nenhum aspecto e todos estão sujeitos a passar por experiências novas e mudar sua opinião, então não sejamos tão cabeça dura para certas coisas. Abrir o coração pode trazer novas sensações e oportunidades de melhorar o que nós temos de ruim.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Passei no concurso do Banco do Brasil


E mais um entra para o hall de aprovados para se juntar com o concurso da Caixa! Agora está virando minha especialidade passar em concursos para banco, primeiro Caixa agora Banco do Brasil (BB). Espero não estar sendo minha especialidade também passar e não ser chamada. Mas vou manter o pensamento positivo já que o BB tem mostrado serviço e nos últimos concursos tem convocado todo o seu quadro de reserva. É só ter paciência e esperar!
Enquanto isso, como boa profissional no ramo dos concursos, concurseira não pode parar de estudar, segunda-feira começo meu grupo de estudos de matemática (eu e Bebel) para o concurso do INSS. E espero criar coragem para estudar Direito Previdenciário.

Enquanto isso, dediquei meu tempo às artes dos livros e cinema e fica a dica para vocês!

Livros:
- A sombra do Vento (recomendo)
- O milagre (romance de Nicholas Sparks menos meloso que Diário de uma paixão e Um amor para recordar - recomendo mais ou menos)
- O testamento (para quem gostou de O código da Vinci, esse tem um enredo mais fraquinho, mas tem mais ação e personagens que O Código - recomendo)

Filmes:
- Rio (recomendo muito, inclusive a trilha sonora)
- A garota da capa vermelha (não recomendo muito não, mas é bonzinho pra entreter. Fica melhor se você não gastar para assistir no cinema)
- Como você sabe (do mesmo autor de Melhor Impossível - recomendo)

segunda-feira, 11 de abril de 2011

A sociedade dos livros mortos



Não é irônico como somos tão dependentes das tecnologias atuais e deixamos nossas vidas girarem em torno delas, mas ao mesmo tempo elas se mostram tão frágeis e suscetíveis a falhas, diante de fenômenos tão costumeiros como a chuva?!
Me intriga o fato de dedicarmos tanto tempo a elas e não termos o mesmo retorno. Mesmo com os avanços diários, elas ainda não conseguem estar 100% presentes. Então, por que ser tão dependente disso? Querendo me desvencilhar dessa prisão tecnológica, dediquei meu tempo vago a ler livros. ÓÓÓÓÓÓ...livros? Isso ainda existe? Sim, caros leitores, ao que tudo indica, alguém tenta se comunicar com os outros e entreter o mundo por meio de páginas contendo letrinhas cuja junção formam frases e ideias. Não é brilhante? E não me refiro a livros de estudos para concurso ou de algum autor de administração, muito menos aqueles de auto-ajuda ou "como ganhar seu primeiro milhão". Me refiro a livros que têm o intuito somente de entreter, de proporcionar o conhecimento de diferentes culturas, daqueles que não impõem o pensamento do autor e sim nos leva a pensar, a refletir e tirar nossas próprias conclusões. Por mais que eu goste do cinema e televisão, não há nada como os livros. Acho incrível como por meio de palavras, conseguimos visualizar um contexto, um lugar, os personagens e até nos identificarmos com tudo isso como se estivéssemos vendo de perto. Eu acho que posso me comparar a um deficiente visual, que apesar de não enxergar consegue entender uma realidade, mesmo sem nunca ter visto, só com os outros sentidos. Assim como nos livros, eu vejo sem nunca ter visto e acabo achando que conheço o que desconheço.
Só fico me perguntando o motivo pelo qual não me interessava por livros antes. Acho que porque livro era ligado ao colégio e prova e vestibular e literatura e eu sempre odiei literatura. Porque a literatura que a gente estuda, são dos" tempos de outrora" e minha professora se esforçava para explicar aqueles poemas desconexos que só faziam sentido para quem os tinha feito. Tédio! Me desculpem os poetas, respeito todo tipo de expressão artística, mas de fato, não me identifico com poemas. Prefiro algo mais direto, que explique os sentimentos sem prolixidade e palavras em desuso. Também não compreendo como em plena juventude nos empurram uma literatura tão antiga e distante da nossa realidade atual. Para uma criança/adolescente como eu, era como tentar decifrar as parábolas de Jesus. Acredito que na época em que foram escritas, as pessoas entendiam com mais facilidade, porque estavam inseridas naquele contexto, mas hoje estamos em outra época, outra linguagem, outras formas de se expressar. Que fique bem claro que não me oponho aos autores ou aos "tempos de outrora", pelo contrário, adoro histórias do passado, me oponho aos responsáveis por eu ter me afastado da literatura por tanto tempo, pelo simples fato de não terem me mostrado que ela ia além daquilo ali. Pelo menos algo se salva dessa época, meu gosto pelas histórias em quadrinhos. Acho que por ser a única a falar a minha linguagem.
Hoje, não tão velha, mas com idade suficiente para entender os livros, aprendi a respeitá-los e valorizá-los, principalmente os autores pela criatividade e por me carregar a este mundo imaginário.

Boa leitura!

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Porque dormir faz bem!



Vocês já pararam para pensar no efeito que dormir tem sobre vocês? Sim, dormir mesmo, fechar os olhinhos e se desligar por algum tempo da realidade. Desde que li isto num livro de uma neurocientista, pude observar na prática as melhorias que o meu sono tem me proporcionado. Alguns de você jamais perceberam, mas todos, certamente, já ouviram alguém falar: Nada como uma boa noite de sono!

Façam o teste! Quando você está com tantos problemas e não consegue encontrar a solução, quando sua cabeça martela sem parar algo que o tormenta e te deixa triste, ou quando você enxerga um problemão onde ninguém mais enxerga; durma! Quando acordar, note que o problema parece menor, sua cabeça parece vazia e você não escuta mais aquela vozinha incansável falando sem parar. Suas lágrimas já secaram e você por um instante esquece porque tinha chorado tanto. Daí você consegue enxergar as coisas com mais clareza, consegue ver o lado que você antes não conseguia. Começa a se dar conta das palavras que você usou numa conversa e os efeitos que elas podem ter tido na outra pessoa e, quase sempre, se arrepende do que falou. Ou mesmo, se antes você não conseguia admitir um fato e parecia quase impossível aceitá-lo, depois do sono você já se pergunta: "por que eu não aceitava isso mesmo?"

Quase sempre você esquece por que sentiu tanta raiva, por que tudo parecia tão difícil, por que não se achava a solução para os problemas! E não digo isso só do sono durante a noite, faça o teste de 15 minutinhos depois de uma discussão, ou depois de algo que o fez chorar; tem o mesmo efeito!

Agora, só posso desejar, bom sono para vocês!!!

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Impressões sobre a Cidade Maravilhosa











Aproveitando uma promoção da Tam, marquei uma viagem com a família para o Rio de Janeiro no período do feriado da Páscoa. Ou pelo menos, parte dele, já que só conseguimos preços promocionais saindo de João Pessoa na sexta-feira e voltando na terça-feira. Beleza, eu não tenho trabalho, Adriana tirou dois dias de folga e minha mãe aproveitou para compensar dois dias de férias que ela devia. Passagens compradas, hora de marcar o hotel. Há muito tempo que minha família faz uso da Bancorbrás, um serviço pago, que lhe dá direito a 7 diárias durante o ano para você utilizar nos hotéis cadastrados. Fomos então procurar os hotéis cadastrados no Rio de Janeiro e, para nossa surpresa, nenhuma vaga para o feriado. Conseguimos apenas as diárias a partir do domingo e acabando na terça-feira. Pronto! E agora? Na sexta e no sábado onde vamos dormir? Ligações foram feitas para conhecidos que foram atrás de pousadas, apartamentos e hotéis para ver se achavam alguma coisa até que, finalmente, achamos um hotel com um preço razoável e com uma hospedagem de qualidade. Para realizar os nossos passeios, contratamos uma van que passaria todos os dias com a gente nos mostrando todos os lugares onde queríamos viajar. Pronto, a viagem finalmente poderia ser realizada...e foi! Na sexta-feira, assim que chegamos, fomos à Niterói. No sábado fomos para Petrópolis. No domingo e segunda-feira ficamos pela cidade do Rio de Janeiro, onde visitamos o shopping da Barra, Pão de Açúcar, Corcovado, Confeitaria Colombo, Maracanã e passamos por vários pontos turísticos. Entre todas estas atividades que realizamos nesse período e diante de todas as pessoas com quem tivemos que lidar, entre cariocas e paulistas, ficou a sensação "não troco minha João Pessoa pelo Rio de Janeiro". As situações que lidamos e as impressões do atendimento:
- Ao tentarmos contratar uma van com uma mulher que já havia prestado serviço à minha família em janeiro deste ano, ela superfaturou o valor, cobrando absurdamente mais caro, além de demonstrar uma arrogância ao falarmos por telefone;
- A recepcionista do hotel não entendia que ficaríamos durante dois dias apenas no hotel e, por não entender, respondia de maneira muito arrogante também;
- Em Niterói, minha avó achou um cachorro de uma moradora feio e esta deu uma resposta muito fria, como se não levasse em consideração que se tratava de uma idosa e pessoas nesta condição falam o que pensam sem intenção de magoar;
- No shopping da B0arra, tive os piores atendimentos possíveis, nunca vi funcionários tão desrespeitosos e mal treinados. Queriam me enrolar cobrando acima do valor do produto e quando reclamei, recebi troco errado, ocasionando outra reclamação e resultando em um troco todo em moedas. Quando meu sogro tentou cobrar por uma água que ele já havia comprado e eles não queriam fornecer dizendo que "havia acabado", ele recebeu um comentário de uma funcionária o chamando de "abusado" por cobrar algo que era do seu direito;
- No Pão de Açúcar, nossas carteiras paraibanas foram recusadas. Descontos apenas para os moradores do Rio de Janeiro. Além do que, escadas e mais escadas, impedindo o acesso dos portadores de necessidades especiais;
- Em Petrópolis, minha avó não teve direito a fila preferencial, tendo que enfrentar 1h de fila e ao chegarmos no caixa, uma idosa passou na nossa frente;
- No aeroporto do Rio e São Paulo, nenhuma informação correta. As pessoas são soltas ali e para se obter uma informação completa e correta, não foram menos de 5 pessoas requisitadas para responder.
Diante disto, fiquei com a sensação de que, o Rio de Janeiro, sede da copa do mundo em 2014 e olimpíadas em 2016, está muito aquém de ter um atendimento considerado adequado para receber eventos deste porte. Não sei se esta indiferença pode ser respondida pelo fato de sermos nordestinos, mas o despreparo ficou visível em todos os pontos. E para completar, presenciamos a maior enchente da história moderna do Rio de Janeiro, fator este que deixou brasileiros e estrangeiros preocupados com a estrutura oferecida pela cidade. Caos, era o que se via de estrutura física e pessoal.
Maravilhosa mesmo é a nossa cidade! Que bom estar em casa!


segunda-feira, 1 de março de 2010

Não sei...

Mais uma semana começa...

Não sei ao certo porque comecei esse post hoje, não sei que caminhos minhas palavras vão tomar, mas precisava vir aqui falar para alguém o que estou sentindo.
Não sei se vocês já se indagaram se certos pensamentos são seus mesmo ou se parece que alguém está pensando coisas em seu lugar? Coisas que usualmente você não pensaria?! Minha cabeça é uma fábrica que não tem descanso em feriados e finais de semana, todos os meus neurônios trabalham dia e noite, madrugada e tarde, sem parar, produzindo pensamentos reflexivos, pensamentos bestas, pensamentos estranhos, pensamentos e mais pensamentos que eu não distingo mais os verdadeiros dos ilusórios.
São tantas dúvidas agora, tantas que meu comportamento foi se modificando, minhas atitudes são influenciadas por essas ideias que nem sei ao certo se são minhas de verdade. Estou sendo convencida que não sou tanto quanto eu achava que era.
Não tenho domínio do meu presente e não consigo esperar nada do futuro. Não consigo fazer planos...

Quando tinha 11 anos, fazia brincadeiras sobre o futuro; o que eu quero ser? onde vou morar? com quantos anos vou casar? vou ter quantos filhos? e sonhava sobre a minha vida, a vida que eu queria ter. Tinha em mente cada detalhe de como seria meu primeiro beijo, de como seria o homem certo para mim, de como eu seria como namorada, esposa, mãe. De como as pessoas me olhariam com respeito no trabalho, de como seria reconhecida no que eu faria. Nunca fui a melhor em alguma coisa, mas sempre acreditei ser melhor do que muitos e que um dia alguém, além de mim, enxergaria isso.

Mais uma semana começa...

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

2009 já foi...

Demorei mas voltei! Já que minha última postagem foi em 2009, cabe uma síntese dos acontecimentos e, como tradição, uma reflexão sobre tudo o que aconteceu.
Em 2009 me graduei em Administração, após quase 4 anos de curso; conheci Fernando de Noronha/PE e Rio de Janeiro/RJ; bati o carro pela primeira vez (no pilar e no muro da minha garagem); completei 3 anos de namoro; fiz uma endoscopia (deixa eu curtir esse momento); fiz a prova da ANPAD; passei mal com vodka; cuidei de gente que passou mal com vodka e foi parar no hospital; chorei com algumas brigas; entrei em um curso de conversação em inglês; comecei a estudar francês; fiz uma dieta e emagreci mais de 2kg; engordei mais de 2kg nas festas de fim de ano; fiz alguns concursos mas não passei em nenhum; desisti de tentar o mestrado; fui chamada pra ser madrinha de um casamento; chorei de saudade; chorei pelas perdas, conheci pessoas novas e novas pessoas, mudei o visual; completei 23 anos; entre tantos outros acontecimentos.
Considero que foi um ano abençoado para minha família (mãe, pai e irmã), não sofremos com doenças, com perdas e separações; continuamos unidos! Vi meus avós antes tão fortes agora fragilizados pela idade avançada e percebi que não nos resta muito tempo juntos neste plano. Apesar de, para o mercado de trabalho, não ter mais o valor que tinha antigamente, considero uma vitória a minha graduação em Administração, pois me formei com dignidade, no tempo certo, sem reprovações no currículo. Sinto muito saber da minha capacidade e não ter reconhecimento, nem por parte dos colegas nem dos profissionais afora. Vejo ex-colegas que se "davam bem" às custas dos outros tendo oportunidades de crescimento, enquanto outros de qualidade estão sendo deixados pra trás. Estou sofrendo a triste realidade do desemprego!
Diante disto, me restam as reflexões: O que eu fiz de bom e ruim? Quais ações me trouxeram para a realidade em que me encontro? O que fiz para o próximo? O que fiz para minha família? Como lidei com os meus sentimentos?
Me pergunto isso agora para que seja possível traçar novos objetivos para este ano. Renovo minhas esperanças e me encho de energias para começar, por mais um ano, novas batalhas e poder colher bons frutos que espero serem reconhecidos no meu "Balanço de 2010".

E vamos para frente!

domingo, 22 de novembro de 2009

Matéria interessante sobre o coma

Hoje, incrivelmente, consegui me dedicar a um momento de cultura útil na internet e achei algumas reportagens interessantes que merecem ser comentadas.
Não sei se vocês tiveram a oportunidade de ver uma entrevista que saiu na Época neste sábado, ou se viu a matéria pelo site G1, sobre uma menina que vive em coma há 11 anos, após um acidente com o ralo da piscina. Caso não tenha visto, assistam o vídeo abaixo contando a história de Flavia.
Em síntese, refere-se a uma menina, hoje com 22 anos, que aos 10 anos de idade, ao tomar banho na piscina do seu condomínio, teve seus cabelos sugados pela bomba de sucção para limpeza, localizada no fundo da piscina. Ela manteve-se presa ao ralo por alguns minutos e por consequência sofreu um afogamento que provocou a morte de alguns neurônios, permanecendo em coma irreversível desde então.
Sei que apenas em citar esta história ela já toca de alguma forma. Já provoca ao menos um sentimento de piedade por esta família e um desconforto por uma tragédia abater uma família comum. Mas além do aspecto solidário que senti ao me deparar com a notícia, tanto por esta família ter sofrido essa tragédia, quanto pela luta da mãe por justiça, algo mais intrigante me motivou a este post: o fato dela ainda estar viva.
O que mantém uma pessoa viva por 11 anos em coma? Num estado em que pouco se sabe como o paciente está se sentindo. Onde ele está? Por que essa menina abre os olhos todos os dias e fecha-os à noite? Eu acho incrível esses mistérios da vida em que não se sabe o real sentido em manter-se viva dessa forma.
E cada vez me vejo pequena diante dessas situações e frustrada por não conseguir, ou não ter recursos suficientes que me expliquem, qual a essência de uma vida assim! Ao mesmo tempo que sinto um peso nas costas, por considerar minha responsabilidade muito maior que a dessa menina. Se ainda tenho pernas, braços e órgãos controlados pela minha mente cognitiva, preciso descobrir como melhor utilizá-los e não sei direito por onde começar.

Ê lê lê...minha cabeça viaja demais. Ao menos fica aqui um pouco da minha solidariedade e desejo de paz pra essa família.

Até já!


sexta-feira, 17 de julho de 2009

Ajudem uma coitada

Minha lista de coisas pra fazer ainda em Julho e começo de Agosto:

  • Comprar um presente pra semana que vem;
  • Terminar de estudar raciocínio quantitativo;
  • Prova do concurso da UFPB;
  • Viajar pra Caicó (na verdade, esse tópico eu QUERIA fazer, mas acho pouco provável);
  • Comprar outro presente no mês de Agosto;
  • Estudar Inglês, Português e Raciocínio Analítico em pouco mais de um mês;
  • Sentir o peso do investimento de R$210,00 caindo sobre mim.
Não me sinto muito animada para os próximos dias...

Vou gastar meus últimos miolos e minha Super Grana Acumulada da Natura...
Falando nisso, tá nas últimas semanas galera, melhor que Mega Sena, você olha a revista, faz R$200,00 reais em compras, me dá 30% do seu gasto e como mágica, seus produtos chegam em 3D na sua casa, igualzinho ao que tinha na revista. É como ver a personificação dos seus personagens em quadrinhos favoritos e ainda acumula o prêmio da Super Grana Acumulada da Natura direcionada à consultora.

Imperdível!!!

terça-feira, 14 de julho de 2009

Vou pra o CQC


Para quem não sabe ainda, meu artigo não foi selecionado pra fazer parte do EnAnpad. Mas enfim, quem quer esse tipo de coisa? Isso não leva a nada não...mestrado...publicações...essas baboseiras, não têm sentido.

Como tudo que acontece em nossas vidas, "Deus" fecha uma porta e abre outra. Parece que meu talento está pedindo para não ser desperdiçado e, como uma demonstração divina de que eu devo me dedicar à minha carreira artística, o CQC acaba de abrir uma vaga para um(a) novo(a) integrante. VOU ME CANDIDATAR!
Já tenho o terninho preto e tudo...só preciso saber dos regulamentos!!! Uhu!



terça-feira, 19 de maio de 2009

...



So sad...Grey's Anatomy never be the same!

Violet Hill (Coldplay)

It was a long and dark December
From the rooftops I remember
There was snow, white snow
Clearly I remember
From the windows they were watching
While we froze down below
When the future's architectured
By a carnival of idiots on show
You'd better lie low
If you love me, won't you let me know?
Was a long and dark December
When the banks became cathedrals
And a fox became God
Priests clutched onto bibles
Hollowed out to fit their rifles
And a cross held aloft
Bury me in armour
When I'm dead and hit the ground
My nerves are poles that unfroze
And if you love me, won't you let me know?
I don't want to be a soldier
Who the captain of some sinking ship
Would stow, far below.
So if you love me, why d'you let me go?
I took my love down to violet hill
There we sat in snow
All that time she was silent still
Said if you love me, won't you let me know?
If you love me, won't you let me know

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Coisas



Cena do filme Juno!
















Torcendo por um pouquinho mais de saúde para o povo!
Ow maré de doenças e coisas ruins acontecendo!!!

Sai pra lá!

Assisti semana passada Juno mais uma vez. Adoro esse filme e a música deles.

Anyone Else But You

You're a part time lover and a full time friend
The monkey on your back is the latest trend
I don't see what anyone can see, in anyone else
But you

Here is the church and here is the steeple
We sure are cute for two ugly people
I don't see what anyone can see, in anyone else
But you

We both have shiny happy fits of rage
I want more fans, you want more stage
I don't see what anyone can see, in anyone else
But you

You are always trying to keep it real
I'm in love with how you feel
I don't see what anyone can see, in anyone else
But you

I kiss you on the brain in the shadow of a train
I kiss you all starry eyed, my body's swinging from
side to side
I don't see what anyone can see, in anyone else
But you

The pebbles forgive me, the trees forgive me
So why can't, you forgive me?
I don't see what anyone can see, in anyone else
But you

Du dududu dududu du dududu
Du dududu dududu du dududu
I don't see what anyone can see, in anyone else
But you

sábado, 18 de outubro de 2008

Meu mundinho interno

Mais uma vez me vejo precisando desse espaço aqui. Tinha escrito um post inteiro e não sei ao certo que tecla apertei, tudo sumiu e o que ficou salvo no rascunho automático não passou de uma página inteira em branco. Vou tentar recuperar o que havia escrito com base na minha memória.

Estou vivendo uma fase de extrema incompreensão do que se passa comigo. Não entendo minhas emoções nem consigo me definir. Só agora me dei conta que, se nem eu mesma me compreendo, imagine a percepção que estão tendo de mim? Não consigo me comunicar com o mundo externo.
As palavras não saem, parece que meu cérebro não consegue fazer uma conexão da minha mente com o meu corpo. Fora do meu organismo o silêncio predomina, mas na minha cabeça um turbilhão de palavras me consomem numa velocidade e compreensão jamais entendida por quem observa o meu semblante sem expressão.
No meio de tantas palavras em minha mente, não consigo ouvir aquela voz que me define: "Você é Sara, estudante de administração", "você gosta de praia" ou "você gosta de frio", ao invés disso o que ouço é "você realmente gosta de praia?", "você está fazendo a coisa certa?", "é isso que você quer pra sua vida?". Nada me responde, tudo me deixa na dúvida, insegura.
Eu me vejo cada vez mais fechada em meu mundo e distante do mundo externo e costumava culpar a todos que me cercam pela minha inibição, quando na verdade, só eu sou responsável pelo que se passa em mim. Por que não falo mais do que fico calada, se ao falar me sinto aliviada em expressar o que se passa dentro de mim? Por que não rio mais do que choro, se a sensação de alegria é tão mais gostosa e apreciada. Por que não danço, se a música provoca uma sensação de libertação e expressão das minhas emoções?

Queria tanto conversar e compartilhar o que penso com alguém, mas nada sai, nem linguagem corporal.

Preciso silenciar e ouvir o que se passa dentro de mim. Preciso de um tempo só pra mim, mas queria tanto um abraço.

sábado, 30 de agosto de 2008

Minha consciência complexa

Mais algumas reflexões sobre dois assuntos abordados ultimamente, que na verdade, remetem à uma única variável: a consciência.
Já mostrei em alguns posts anteriores a minha visão de mundo, mas quero promover uma reflexão, a quem quer que seja, ou a mim mesma que sou a visitante de maior freqüência daqui.
Há bilhões ou trilhões de anos, nem ao certo sei mensurar, a terra e o universo existem. Ele é tão imenso (o universo), que existem galáxias sequer conhecidas, com uma infinidade de planetas e, nós, meros mortais imperfeitos, habitamos uma molécula de átomo, que é a Terra. Temos uma vida, que dura em média 65 ou 70 anos e, ao que parece acreditar a maioria, uma única vida, equivalente a um nano segundo, ou qualquer que seja a menor escala referente ao tempo. Dentro dessa breve passagem, encontramos seres de diferentes espécies e diferentes formas de viver. Uns são perfeitos, uns andam, uns escutam, uns vêem, uns falam, enquanto outros não.
Guardemos essa discussão e levanto, portanto, outro ponto a ser discutido. Levando em consideração todos que acreditam na presença de um ser superior e uma força maior que move as nossas vidas, Deus.
Deus castiga? Deus o ser de infinita bondade, a quem recorremos na necessidade e, embora, não possamos vê-lo guardamos dentro de nós a certeza de sua existência, este mesmo Deus seria capaz de castigar alguém? De dar as costas? De se vingar? De ser amor pra um e rancor pra outro?
Por que então, na nossa brevíssima existência, deu a oportunidade de uns nascerem perfeitos e outros não? Que castigo aquele ser, deficiente, que não fala e não anda, merece por ter nascido? Por que alguém que fala e anda, de uma hora pra outra se vê em cima de uma cama, por um acidente, por exemplo? Que mal esta pessoa fez? Que merecimento é este? Por que uma mãe morre ao levar um tiro na cabeça ao sair da casa dos avós? Por que uma grávida morre ao ir numa lan house enviar e-mails convidando pro seu chá de bebê?
Será que ninguém pensa nessas coisas? Será que ninguém busca respostas pra isso? Simplesmente, limitam-se a um "porque Deus quis". Por que Deus quis isso? Por que ele quereria isso?
Será que nossas atitudes hoje, não refletirão em nenhum momento? O que eu faço de errado hoje que ninguém vê, passará por todos como se eu não tivesse feito? O inferno seria o meu destino a ser pago, pela eternidade e, se caso eu me arrependesse? Quem reconheceria isso em mim? O cão? Ele aceitaria que eu mudasse de endereço pro céu caso eu me mostrasse realmente arrependido?
Eu não entendo como certas coisas são limitadas na cabeça dos seres humanos. Porque é tão difícil crer que minha atitudes refletem em algo e, o que eu sou hoje, são reflexos do que eu fui um dia e aprendi a ser, com meus erros e acertos. Que direito eu tenho de negar a alguém que este possa aprender com seus erros também? Que direito eu tenho de impor limitações para que este livre-se dos seus encargos? Quem sou eu pra questionar os desígnios divinos se eu sequer entendo-os? Eu sequer tenho capacidade de compreensão para entender a magnitude das coisas e de sua significância?
Essa discussão reflete minha opinião sobre o aborto, eutanásia...e algumas outras reflexões sobre vícios e atitudes impensadas.
Não sejamos burros com cabrestos. Possamos enxergar as coisas que existem além da nossa capacidade intelectual, que mesmo não entendendo-as, possamos saber da sua existência.

sábado, 26 de julho de 2008

Porta 1.999

...e tudo não passa de um corredor enorme. Algumas áreas iluminadas, outras mais escuras. O corredor tem 22 portas, porém uma ainda trancada, ao que me parece, dentro dela algo ainda está sendo construído. Cada porta tem sua numeração, começando por 1.986. As do fim do corredor parecem as menos iluminadas, só um feixe de luz. Procuro, então, uma mais iluminada. Eis que vejo uma, que me atrai por sua luz e o cheiro que exala...um cheiro de praia, de verão. Ao me aproximar escuto vozes, risadas, sons emitidos por alegria. Não me contenho em curiosidade e abro a porta pra saber o que tem ali dentro.

Descrição do que encontrei ao abrir a porta:

Havia um apartamento, recém comprado. Ainda com as paredes limpas e o chão brilhando. Uma família habitava o lugar, mas ainda tentava dar a sua cara ao ambiente. Tudo era tão claro, não havia cortinas, apenas uma na sala para evitar olhares de vizinhos curiosos.
A casa era pouco mobiliada, com poucos móveis novos, ao que me parece, todas as economias tinham sido usadas na compra do apartamento. Notei que não havia tapetes, acho que pela existência de um cachorro na família, mais precisamente uma cadela.
Ah, é verdade, não havia descrito as pessoas que ali moravam. Havia um casal e duas filhas, ainda uma "filha" caçula, a cadelinha.
Todos acordavam cedo, 5h mais ou menos, e tomavam café reunidos na mesa. A cadela ficava nos pés. Típica cena de família reunida, conversando ou brigando por algum motivo besta. O pai e a mãe, deixavam as meninas na escola e seguiam pro trabalho.
Depois da escola e do trabalho, a família voltava a se reunir para o almoço. Ao chegar em casa se deparavam com a presença de uma moça que trabalhava pra família, e da vizinha intrusa que já estava jogando come-come no computador. Era a vizinha-amiga da filha mais nova.
Como toda criança pré-adolescente de 6ª série, as duas não tinham muitos afazeres, passavam a tarde, praticamente, atualizando seus diários, recortando figuras de revistas, frases pra serem coladas e segredos a serem revelados apenas para as páginas do diário. A tarde passava num piscar de olhos.
De repente são 4h da tarde, um carro buzina lá embaixo. O coração da pirralha mais nova acelera, chegava a sua carona pra levar as duas irmãs pra natação. Ocupando o banco passageiro, junto ao seu pai, estava ali o seu primeiro amor. Óbvio que ele não sabia da existência do amor platônico alimentado apenas por ela, mas de nada adiantava, bastava os poucos momentos ali tão próximo.
O treino começava às 6h e só acabava às 8h. A natação era o esporte das meninas, embora nenhuma carreira aspirante fizesse parte do futuro delas.
A rotina de um dia se completava. Nos finais de semana, a piscina do apartamento era a atração durante o dia. De tardezinha, a calçadinha do bairro servia como lazer...a brisa do mar, a tranqüilidade do bairro e da praia, eram alimento para disposição e paz de espírito da família.
Tudo parecia tão em paz, a família tão feliz.
Não me arrependi nenhum minuto de ter escolhido aquela porta, ela era o que eu precisava ver e sentir. No entanto, tive que me desvencilhar daquela realidade e fechar a porta. A porta 1.999.
Esperar uma nova oportunidade de estar nesse corredor e entrar numa nova porta como esta.

sábado, 10 de maio de 2008

Ainda tem gente que lê isso aqui?

Oláá!!!

Voltei pra tirar a poeira que tomou conta disto aqui. Só pra não descumprir o que havia prometido, faltou comentar sobre os dois últimos tópicos do texto. Mas antes de mais nada, gostaria de retificar um erro, não cometido por mim, mas indiretamente, acabei repassando. O texto não é de Arnaldo Jabor, é veiculado usando o nome dele, no entanto, não foi escrito por ele. Peço até desculpas por ter chamado ele de idiota por conta de um texto que não lhe pertence, no entanto, só modifico que ele é idiota quase sempre no que fala, independente do texto ser dele ou não.

Quanto aos tópicos do texto 4 e 5 do autor desconhecido, devo concordar em parte. A desonestidade existe sim, porém não é característica de todos os brasileiros, nem tampouco, apenas dos brasileiros. Vivemos numa sociedade em transição, em que se pesa mais a realidade imposta pelo padrão de vida de poucos, do que o caráter e a dignidade. Essas duas características não matam a fome de ninguém, nem paga as viagens de luxo nem as casas de praia. O fato de nos revoltarmos é que estão fazendo isso às nossas custas...aí não dá, né?
E 90% dos que vivem na favela serem honestos, também não acredito que seja verdade. Não vou negar que existam pessoas honestas, claro, não posso ser generalista, mas acredito que 90% seja um número muito alto de honestidade.
E Deus é brasileiro, africano, E.T....Mas se as pessoas querem acreditar que ele seja brasileiro, quem sou eu pra negar? Por mais que critiquem a situação do nosso país, não trocaria por Iraque, Mianmar, Índia, Rússia, por canto nenhum.


Feliz Dia das Mães!!!!

Hoje foi um dia de fotos antigas e recordações!!!
"Mããeee, é o amoooor mais puro e verdadeirooo...
Mãeee...não sei que lá...
Por isso nas minhas preces...não sei mais a letra"
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Quantas e quantas vezes não fazíamos danças ridículas no colégio e cantávamos músicas de Roberto Carlos "como é grande, o meu amor, por voooocêêêê". Me lembro da minha mãe se desmanchando em lágrimas na capela da Lourdinas. Dos presentes e cartões dados de presente.
Das apresentações com velas acesas e das meninas queimando os cabelos das outras. Dos gritos no meio da apresentação, pois os pingos das velas insistiam em nos queimar.
Bons tempos!

Aproveito, no dia mais comercial do que significativo, pra reconhecer o significado das mães em nossas vidas. Agradecer a oportunidade de convívio diário, repleta de ensinamentos e momentos de amor. Agradecer pela presença de minha mãe, por mais um ano em minha vida, depois das muitas dificuldades, depois do medo de não tê-la mais perto. Enfim, por tudo que a mãe representa.

Boa semana pra tds!!!

quarta-feira, 9 de abril de 2008

Realidade indefinida

Ultimamente tenho sentido uma certa dificuldade em me definir, o que não deixa de ser normal pelo desespero em que me encontro com a proximidade de conclusão do meu curso e ainda, como agravante da situação, não sei nem qual será o meu tema da monografia. De fato, acredito que a única característica que me define com exatidão é a de observadora. Outras como timidez, pouco falante e crítica, chegam a ser apenas derivadas da observação. Em muitas ocasiões, estas chegam a ser mais percebidas pelas pessoas do que a que eu considero como principal.
A verdade é que a observação me fascina, simplesmente, em todos os sentidos. Tudo que se move, tudo que é estático, tudo que é mistério, tudo o que aparenta ser simples, o ambiente em que estou inserida, o ambiente em que não estou, as pessoas que me cercam, os seus comportamentos, os fatos, os objetos, as ações, tudo, com todo gigantismo que essa palavra transmite, mas é exatamente tudo, o que move o meu cérebro a trabalhar incansavelmente na interpretação das coisas e na busca constante por respostas.
O que se espera de uma pessoa com esta característica é que ela não seja inconstante e não aja nunca pelo impulso. Assim eu me defino: não me deixo levar por quase nenhuma situação, não faço nada sem antes pensar nas conseqüências. Você deve pensar que isso é uma qualidade, né? Muitas vezes não. Já deixei de fazer muita coisa e deixei passar muitas oportunidades por pensar demais, pensar tanto que pensei em coisas que nem existiam. Porém, na minha cabeça, há uma explicação para isto. Tenho dificuldade em mensurar a realidade, ou o que realmente existe. Para definir realidade, vou pedir a ajuda do meu fiel companheiro, Aurélio:
Substantivo feminino.
1.Qualidade de real3.
2.Aquilo que existe efetivamente; real. [Sin. (p. us.): realeza.]
3.Filos. V. juízo de realidade.
"Aquilo que existe efetivamente". O que existe efetivamente? Eu sempre me pergunto isso. Vejamos uma situação: A sua existência na Terra é uma realidade? Certamente, a resposta de todos seriam sim. Mas se isto é real, a morte também é real, não é? Sim, todos respondem. Se isto também é real, a nossa existência, na melhor das hipóteses, chega a durar em média 80 anos. O que são 80 anos comparado à idade da Terra? Do universo? Numa comparação, a nossa existência real duraria milésimos de segundos com relação à eternidade do universo. Pensando nisso, eu chego ao ponto de questionar a realidade descrita e entendida por todos, de maneira que ela existe, porém se baseia em algo intangível, ou subjetivo. Ou a realidade é insignificante, ou o que se entende pela realidade é desconhecido por nós. Nesse momento surge a crença. As pessoas costumam ser céticas ou crentes. No entanto eu não entendo como a realidade pode ser separada da crença. Viajei demais ou alguém conseguiu acompanhar meu raciocínio?
Eu posso ter viajado para vocês, mas para mim isso faz muito sentido. Aliás, faz todo o sentido. O homem é exatamente o sentido que ele dá pra sua vida. E se ele não se questiona e não busca por respostas, de que vale a sua existência? Pra quê ele existe? Pra nascer, crescer e morrer, simplesmente pelo fato de que respira? Como observadora, chego à conclusão que tenho um propósito e se me deixo levar pela realidade aparente, como posso ser útil ou coveniente para àquilo que pretendo ou espero alcançar?
Sem esperanças de que seja entendida, finalizo minhas palavras e presenteio vocês, ou não, com mais um dos meus devaneios. E continuo com minhas observações....