terça-feira, 15 de novembro de 2011
Intolerância gera intolerância
quarta-feira, 31 de março de 2010
Quem disse que não pode ser publicado? Eu publico!
O constante aumento da especialização do trabalho tem promovido, cada vez mais, o enfoque mais específico, por parte das empresas, em suas atividades principais. Por o mercado ser discriminatório, a qualidade e excelência numa organização são garantias de vantagens competitivas perante os concorrentes. Nas instituições públicas não cabe essa competitividade, no entanto, é extremamente importante que estas se mantenham atualizadas com as tendências do mercado, para que não se tornem obsoletas e acarretem graves conseqüências para a população. Diante da realidade organizacional e financeira vivenciada pelas organizações públicas em geral, buscam-se insistentemente práticas de gestão, muitas vezes inspiradas no setor privado. Uma delas é a terceirização, que visa subcontratar um empregado destinado a desenvolver atividades não prioritárias para a organização contratante. Ao introduzir tais práticas numa organização burocrática, o mínimo esperado são mudanças consideráveis na cultura organizacional, principalmente se tratando dos indivíduos que dela fazem parte. Em paralelo a este aumento da competitividade e modernização, a busca por melhorias nas condições de trabalho vem tomando grandes proporções também. Dessa forma, tem influenciado estudos que procuram identificar causas de fatores impactantes na qualidade de vida dos trabalhadores e na execução de suas atividades. Tais estudos comprovam que essa prática tem provocado diversos problemas que afetam diretamente a saúde de pessoas que vivem nessas situações, uma vez que elas normalmente não são consideradas parte da equipe e, talvez por isto, não se envolvam com a cultura da organização. As organizações exigem um profissional competitivo e polivalente, no entanto, não oferecem suportes organizacionais responsáveis por promoverem a saúde no trabalho. Neste sentido, pretendeu-se, a partir deste trabalho, identificar a incidência de alguns impactos psicológicos e/ou sociais sobre trabalhadores terceirizados pela organização estudada, a qual se denomina “Organização A”. Assim, a partir de um estudo de caso, procedeu-se uma pesquisa descritiva, sob uma abordagem qualitativa, na qual foram realizadas entrevistas junto a alguns terceirizados e seus superiores, e mediante alocação de respostas equivalentes em categorias, a fim de deter dados mais concisos para a pesquisa, obteve-se como resultado, a constatação de estresse e síndrome de Burnout, como principais fatores psicológicos, bem como sentimentos de discriminação e conflitos interpessoais, como impactos sociais, decorrentes de atitudes de humilhação e desvalorização, provenientes da condição de subcontratados destes em questão.
sexta-feira, 5 de março de 2010
O que vocês acham deste tema para um artigo?
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
Torcida para o EnEO
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
Dias difíceis
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
Meu futuro na pesquisa?
When it seems like all of your plans, all of your dreams and hopes are not going well and you almost given up for everything; something happens and make you change your thoughts and perspectives to believe in another different thing that may probably fit in your life's spaces!
Hoje decidi recuperar o meu vício quase "curado" (para a minha tristeza) de escrever neste espacinho aqui. Alguns acontecimentos recentes me abateram e me fizeram desistir dos meus planos. Infelizmente, aquilo que tanto desejei, busquei e me preparei – pelo visto, não o suficiente – escorreu pelas minhas mãos, levando embora meus anseios para o futuro. Me vi tendo que voltar para o zero e elaborando novos caminhos a seguir, em outras palavras, construindo um plano B.
Não sei se infelizmente ou felizmente, não me vejo sentada numa mesa, lidando com situações burocráticas, sendo “mero executor” de práticas elaboradas por competências maiores que as minhas, das quais ditam o comportamento e atitudes a serem tomadas pelos seres humanos. Quando visualizo isto para o meu futuro, me vejo presa em instituições que não anseiam pelo meu espírito pesquisador e frustrada por não exercer nenhuma grande contribuição com aquilo que realmente me agrada. Em contrapartida, não me esforço para ir atrás do que quero e acabo me conformando em aceitar o plano B.
Posso me considerar uma pessoa com uma grande capacidade de observação e por isso, que alimenta dentro de si uma grande curiosidade pelo comportamento humano e suas atitudes. De que maneira nossas ações são impactantes em relação aos nossos relacionamentos, à nossa percepção da vida e as atitudes que esperamos tomar para o futuro, são questões que me instigam e faz emergir uma natureza de pesquisadora em mim. Por este motivo, achei que a carreira acadêmica se encaixava perfeitamente no meu perfil, embora, tenha observado que não tenho competência para tal.
Percebi que, apesar de ter que desistir da minha carreira acadêmica, posso ainda manter meu espírito pesquisador como hobby. Enquanto ponho em prática o plano B, me aventuro em situações não tão corriqueiras que me interessem e posto meus resultados aqui no blog para quem interessar. Não é uma boa idéia?
Não garanto que vá se tornar realidade, porque são apenas desejos... quem aparecem num dia e no outro não fazem mais sentido. Mas se algo me interessar, vocês verão o resultado por aqui! Vamos ver no que dá!